

Compactar e descompactar arquivos é uma habilidade fundamental para qualquer profissional de tecnologia, administradores de sistemas, desenvolvedores e, igualmente, para usuários finais que lidam com grandes volumes de dados. Na verdade, além de reduzir o espaço de armazenamento, essa prática facilita transferências muito mais rápidas pela internet. Como resultado, ajuda a organizar os conteúdos e, consequentemente, melhora a rotina de backup de informações importantes.
Para compreender o processo, é preciso entender os conceitos básicos. Primeiramente, compactar arquivos é o processo técnico de reduzir o tamanho de um ou mais ficheiros, reunindo-os em um único pacote com menor ocupação de espaço em disco. Por outro lado, descompactar arquivos significa reverter exatamente esse processo, ou seja, restaurar os conteúdos ao seu estado original e não comprimido para permitir o uso ou a edição.
Existem diversos tipos de compressão no mercado, e cada um atende a uma necessidade específica. Sendo assim, elaborámos uma tabela com os principais formatos e as suas aplicações ideais. Por exemplo, o formato ZIP é universal, enquanto o RAR oferece uma taxa de compressão superior para grandes volumes. Dessa forma, conhecer essas diferenças ajuda a escolher o melhor padrão para o seu backup ou transferência.
Para extrair o conteúdo de um pacote comprimido, o procedimento é igualmente rápido. Nativamente, no Windows, clique duas vezes no arquivo (.zip) e, logo depois, use a opção “Extrair tudo…” para escolher a pasta de destino. Entretanto, se utilizar um software como o 7-Zip, basta clicar com o botão direito sobre o arquivo fechado, selecionar “7-Zip > Extrair aqui” ou “Extrair para…” e, por fim, aguardar a descompressão completa.
Para quem lida com dados sensíveis, algumas práticas de segurança são obrigatórias. Em primeiro lugar, proteja sempre os seus arquivos com senhas fortes, sobretudo ao trafegá-los pela internet. Além disso, divida arquivos muito grandes em volumes menores (partes) para facilitar o processo de upload e download em redes instáveis. Por último, para automações em larga escala, utilize ferramentas de linha de comando, como o tar no Linux ou o Compress-Archive no PowerShell.
Dominar as técnicas de compactar e descompactar arquivos é, sem dúvida, uma vantagem estratégica gigantesca na gestão de dados, na produtividade diária e na segurança da informação. Afinal, com os formatos e ferramentas adequados, reduz-se os custos operacionais e economiza-se muito tempo. Portanto, esse processo torna a transferência de dados muito mais eficiente, atuando como um verdadeiro diferencial competitivo para gestores e técnicos de TI.
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